Pular para o conteúdo principal

Tempo?


Tempo?

Quanto tempo temos?
Temos o tempo de nossas vidas.
Vidas curtas,
onde coisas puras,
nos afligem.

Tempo medido pelo relógio,
um pequeno instrumento,
que traz consigo a prisão.

Relógio,
que torna a vida,
nada menos que uma refém do tempo.
Que em seu visor traz Horas,
Minutos
e Segundos.
Que nos aprisionam em um mundo rotineiro,
Onde para tudo se tem hora,
Menos para a vida.

Relógio que destrói momentos sublimes,
apenas com a mudança de um número.
Relógio que para na ora do desespero,
porém,
voa na ora de felicidade.
Relógio que torna angustiante,
os momentos de espera.

E aprisionando dentro desta pequena máquina,
Nossas vidas.

Curtas,
Fixas,
Rotineira,
Se compõe com o tempo,
marcado pelo relógio.
Sina triste,
A vida se esvai
Escorre por dentre os dedos.
E assim vamos vivendo, vendo nossas vidas se irem.

_________________________________________________
Guilherme Gazzinelli

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Calma

Teu sorriso me acalmou, Me mostrou de novo o que é ter paz interior. Contagiou minha vida. E de repente era novamente, Apenas uma pessoa feliz.  

Maria Cecília

Lhe entendo! Há muito medo. Almas tristes vivem na solidão. A poesia cotidiana ao som de um fado rasgado. Sempre fui poeta de sofrimento. De ferida aberta, que é assim mantida. A palavra arredia é muito mais palavra.  A dor é muito mais sentimento. Belo, profundo e poético. A palavra que escorre como lágrima. A dor que consome em cada página. O Belo é muito mais que belo, Se a canção é de dor. Se o tom é menor. Por ele tu deste a vida, E de ti resta palavra. Deixaste o Melhor presente, Um discípulo de Deus, Matheus.