Fuzil e flor
Na mão do bravo soldado,
armado pelo tempo,
jazia um fuzil.
Perdido no tempo e sem rumo,
vai o soldado.
A arma violada pela guerra
canta uma sinfonia mórbida.
Desmanchava-se a cada bala que dali partia.
Um jogo de morte,
de tiro ao alvo.
quantos não morreram na baioneta,
daquela arma que agora se cala.
A bala que partia,
agora se parte.
Vira pó para os traficantes.
Morte para civis,
E muito SANGUE.
O soldado agora não tem mais ideal,
não tem mais general.
O soldado perdeu sua ideologia,
apagada pelos rastros de morte.
Agora em um museu descança a arma
ao lado do herói que morrera
empunhando aquela imponente e mortal máquina.
Honrras aos heróis que partiram,
lutando por um ideal difuso em jogos de interesses.
Às vezes um ideal que nem era deles.
Agora na vitrine está tal símbolo marcado pelo vermelho,
pela foice e pela baioneta.
Uma martelada na história,
que encerra a venda de um ideal.
A flor morre nos campos,
pisoteda por bombas,
passos pessoas pesos
pezadas passadas
Num jardim onde somente floresce,
a rosa vermelha, antes moravam cores.
vede amarelo braco
Agora... tudo negro.
Pede-se flor em nossa morada.
Sanque só em nossas veias.
Guerra, só na paz.
A vida nasce da flor.
Mas não é nela que ela tem que terminar.
Não é em uma bala que deve morar nossos destinos.
Não é o sangue que tem que se tornar lágrimas,
mas sim deve reinar o pranto de feliciade.
Uma efusão de sentimento, que entorpece.
A flor deve matar,
e não uma arma na mão
de uma sociedade inconsequênte.
Flor e fuzil,
cada uma dando um fim à vida.
Um bom outro ruim.
Uma degeneração da sociedade,
que repudia a flor,
e abre lugar ao fuzil,
matando nossa sociedade.
Matando a nossa gente.
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Guilherme Gazzinelli
Na mão do bravo soldado,
armado pelo tempo,
jazia um fuzil.
Perdido no tempo e sem rumo,
vai o soldado.
A arma violada pela guerra
canta uma sinfonia mórbida.
Desmanchava-se a cada bala que dali partia.
Um jogo de morte,
de tiro ao alvo.
quantos não morreram na baioneta,
daquela arma que agora se cala.
A bala que partia,
agora se parte.
Vira pó para os traficantes.
Morte para civis,
E muito SANGUE.
O soldado agora não tem mais ideal,
não tem mais general.
O soldado perdeu sua ideologia,
apagada pelos rastros de morte.
Agora em um museu descança a arma
ao lado do herói que morrera
empunhando aquela imponente e mortal máquina.
Honrras aos heróis que partiram,
lutando por um ideal difuso em jogos de interesses.
Às vezes um ideal que nem era deles.
Agora na vitrine está tal símbolo marcado pelo vermelho,
pela foice e pela baioneta.
Uma martelada na história,
que encerra a venda de um ideal.
A flor morre nos campos,
pisoteda por bombas,
passos pessoas pesos
pezadas passadas
Num jardim onde somente floresce,
a rosa vermelha, antes moravam cores.
vede amarelo braco
Agora... tudo negro.
Pede-se flor em nossa morada.
Sanque só em nossas veias.
Guerra, só na paz.
A vida nasce da flor.
Mas não é nela que ela tem que terminar.
Não é em uma bala que deve morar nossos destinos.
Não é o sangue que tem que se tornar lágrimas,
mas sim deve reinar o pranto de feliciade.
Uma efusão de sentimento, que entorpece.
A flor deve matar,
e não uma arma na mão
de uma sociedade inconsequênte.
Flor e fuzil,
cada uma dando um fim à vida.
Um bom outro ruim.
Uma degeneração da sociedade,
que repudia a flor,
e abre lugar ao fuzil,
matando nossa sociedade.
Matando a nossa gente.
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Guilherme Gazzinelli
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