Me derramo em poesia, e de repente brotam palavras. Talvez o peito tivesse calado demais. Tantos números, que me perdi. A luz virou fotografia, A palavra, poesia. Os números passaram só para um coeficiente. A arte floresce. A criatividade suprimida pela necessidade. E no ócio, ou não, surge a vontade. E me derramo sendo mil vezes eu. Aquele que conta, Canta e floresce. Em canto, em conta.
Onde todo pensamento tem o direito de existir