Lhe entendo!
Há muito medo.
Almas tristes vivem na solidão.
A poesia cotidiana ao som de um fado rasgado.
Sempre fui poeta de sofrimento.
De ferida aberta, que é assim mantida.
A palavra arredia é muito mais palavra.
A dor é muito mais sentimento.
Belo, profundo e poético.
A palavra que escorre como lágrima.
A dor que consome em cada página.
O Belo é muito mais que belo,
Se a canção é de dor.
Se o tom é menor.
Por ele tu deste a vida,
E de ti resta palavra.
Deixaste o Melhor presente,
Um discípulo de Deus, Matheus.
Há muito medo.
Almas tristes vivem na solidão.
A poesia cotidiana ao som de um fado rasgado.
Sempre fui poeta de sofrimento.
De ferida aberta, que é assim mantida.
A palavra arredia é muito mais palavra.
A dor é muito mais sentimento.
Belo, profundo e poético.
A palavra que escorre como lágrima.
A dor que consome em cada página.
O Belo é muito mais que belo,
Se a canção é de dor.
Se o tom é menor.
Por ele tu deste a vida,
E de ti resta palavra.
Deixaste o Melhor presente,
Um discípulo de Deus, Matheus.
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