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Mostrando postagens de setembro, 2008

Feliz ano novo!!!

Feliz ano novo!!! Isto já basta para uma saudação de ano novo. A felicidade é o início para todas as outras virtudes e para tudo novo que se deseja. Paz, alegria, amor, carinho, saúde, dinheiro, harmonia, devoção, oração. Todos levam diretamente à felicidade. A felicidade deve ser incondicional, onde por mais triste que tudo seja, esta deve estar presente. Ela nos muda a vida. Faz-nos encará-la de uma nova forma. Uma forma onde se vê realmente o lado bom das coisas. Onde os pesadelos se transformam em sonhos. Os erros em aprendizagem. A descrença em fé. O início de nosso novo ano deve ser cada dia. Nossos valores devem ser os mesmos o ano inteiro: sempre prezar a felicidade. E para as promessas de um novo ano diferente, estas devem ser fortalecidas a cada novo dia que nasce. O dia que passou deve ser melhorado no que virá. A vida é muito curta para somente ficar se prometendo coisas e não cumprindo. Por isso cada dia novo deve ser o mais importante naquele momento. A felicid...

Voz

Voz Saudade de tua voz sinto. Esta, que dolce como mel é. Se o falo, não minto. Pura esta, como timbre de harpa e fé. Ouvir teu sorriso ao telefone. Ver teu cheiro no teu falar. Sentir teus pensamentos, à minha pele arrepiar. Ver teus olhos sorrindo, ao ouvir meu nome. Saudade de tua risada incessante. De seu falar inconseqüente. De seu modo confiante. Saudade de tua voz ao telefone. Saudade de teus sonhos sem nome. Saudade de tua presença. ________________________________ Guilerme Gazzinelli

Dama de negro

Dama de negro Você estava lá. Com aquele olhar, Algo que não podia evitar. E, para mim, lá sempre estará. Um olhar negro, Que mistério continha. Tão negro, Quanto a roupa que vestia. Um sonho obscuro. Que minha mente criva. Em um lapso infinito de desejo, Que em minha mente se firmava. Uma anjo de negro, Com pele alva de nuvens. Um simples momento infinito de olhar, Da dama de preto, Me fez calar. teu corpo de negro coberto, Instigava meus pensamentos. Fazia fantasias brilhantes, Por baixo do véu negro fraterno. Tu és a Deusa dos sonhos obscuros. A princesa da realidade sombria. A realidade mais divina, A realidade mais encantadora, por mim sentida. _______________________ Guilherme Gazzinelli

Fuzil e flor

Fuzil e flor Na mão do bravo soldado, armado pelo tempo, jazia um fuzil. Perdido no tempo e sem rumo, vai o soldado. A arma violada pela guerra canta uma sinfonia mórbida. Desmanchava-se a cada bala que dali partia. Um jogo de morte, de tiro ao alvo. quantos não morreram na baioneta, daquela arma que agora se cala. A bala que partia, agora se parte. Vira pó para os traficantes. Morte para civis, E muito SANGUE. O soldado agora não tem mais ideal, não tem mais general. O soldado perdeu sua ideologia, apagada pelos rastros de morte. Agora em um museu descança a arma ao lado do herói que morrera empunhando aquela imponente e mortal máquina. Honrras aos heróis que partiram, lutando por um ideal difuso em jogos de interesses. Às vezes um ideal que nem era deles. Agora na vitrine está tal símbolo marcado pelo vermelho, pela foice e pela baioneta. Uma martelada na história, que encerra a venda de um ideal. A flor morre nos campos, pisoteda por bombas, passos pessoas pesos pezadas passadas Num...

Tempo?

Tempo? Quanto tempo temos? Temos o tempo de nossas vidas. Vidas curtas, onde coisas puras, nos afligem. Tempo medido pelo relógio, um pequeno instrumento, que traz consigo a prisão. Relógio, que torna a vida, nada menos que uma refém do tempo. Que em seu visor traz Horas, Minutos e Segundos. Que nos aprisionam em um mundo rotineiro, Onde para tudo se tem hora, Menos para a vida. Relógio que destrói momentos sublimes, apenas com a mudança de um número. Relógio que para na ora do desespero, porém, voa na ora de felicidade. Relógio que torna angustiante, os momentos de espera. E aprisionando dentro desta pequena máquina, Nossas vidas. Curtas, Fixas, Rotineira, Se compõe com o tempo, marcado pelo relógio. Sina triste, A vida se esvai Escorre por dentre os dedos. E assim vamos vivendo, vendo nossas vidas se irem. _________________________________________________ Guilherme Gazzinelli

Sonhos perdidos

Sonhos perdidos Sonhos deixo pelo caminho. Por onde os perco não sei. Os deixo espalhados pelas calçadas da vida. Por onde meus passos nunca hão de se reapresentar. Deixo sonhos pelo caminho. Espero que alguém os encontre. E que os use como se fossem seus. Deixo vidas pelo caminho. Deixo amores pelo caminho. Por onde queria voltar. Mas não o posso fazer. Me deixo pelo caminho. Me desfaço a cada um passo. Deixo com cada um o que se lembrar. Mas também me reconstruo. Pego do melhor um pouco de cada um. Mas não pego sonhos, Pois os meus já tenho. Me deixo pelo caminho. Perco-me pelas calçadas. Deixo com todos um pouco dos meus sonhos. Me deixo com cada um. _____________________________________ Guilherme Gazzinelli

Aos meus amores

Aos meus amores De sonhos de criança De brincadeiras de meninos De vida de sonhos De amores perdidos Beija eu Sonhos de criança Desejos de menino Vida perdida em mundos de amores Pela criança agora ausente pela tristeza aqui presente beija eu sonhos de amizades desejos de jovialidade vida perdida em estudos conquistada sem pesar pela criança aqui agora ausente pelo trabalho agora presente _________________________________________________ Guilherme Gazzinelli

Alfa

Eu sou quem quero ser, sou vampiro quando alho me toca; lobisomem em noite de lua crescente; amigo em tempos de brigas; lutador em tempos de paz; carinhoso em tempos de desafeto; sou amante das ciências, naturais ou não; sou viajante sem ponto de partida, sem ponto de chegada; sem rumo definido; sou quem sou, nada (quase nada) me faz mudar... exeto uma verdadeira amizade ou amor. Eu, puramente eu. sábio de tempos modernos onde tudo se mede por notas. Sou eu...pensador...poeta...criador...aeromodelista... músico e tudo mais q quero ser. Sou simplesmente. Sou de grandes amigos, eternos amores...sonhos realistas ou sonhos inovadores... sou poeta eterno...sonhador absoluto... sou eu simples eu, eu e eu... Frases em latim Conscia mens famae mendacia risit, =A boa consciência ri-se das mentiras da fama Cogito, ergo sum, = Penso, logo existo Magister dixit = O mestre (o) disse Frase proverbial entre os antigos, popularizada pelos comentadores medievais de Aristóteles, para quem a opinião...