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Mostrando postagens de janeiro, 2013

Se você pudesse ver

Se você pudesse ver veria que estou com você. Que me lembro a todo momento. Que te busco a cada instante. A dor causada aos poucos se põe. Mas ainda resta a saudade doce e insistente. Meiga como só ela. Que chega e toma memórias. Refaz sentimentos e remonta momentos. Não tem vergonha do que faz com a nossa razão. Tira o sono e poe sonhos. Tira o medo e todas as barreiras. Mas ainda perdidos ficamos parados na imensidão de um campo com muitas trilhas mas sem saber qual seguir.

Este falso José

Um qualquer este José! Aquele que, sem querer, ninguém quer. Aquele sem voz e sem sonho. Sem medo e sem luz. Se pudesse gritar, José, Nada gritaria, nem mesmo voz tem. E sem sono dorme em vida. E vive no nada. Naquilo que nem mesmo é. Nos medos sem limite. Nos limites sem fim. Se pudesse morrer, Mas nem isso pode. Se torna algo de pena. E você não é nada José. Nunca vai ser. Não pretenda ser o que é! Pois nada é você. E nunca vai ser! Nunca!