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Mostrando postagens de julho, 2009

o pranto

Dos meus olhos castigados como solo árido de deserto começava a brotar gotas de vida. Uma a uma se punham a postos para escorrer por minha face, até atingir meus dentes semi-cerrados. Na minha boca sentia uma mistura de doce e salgado. Aquilo que representava meu ódio e meu alívio. Uma efusão de sentimentos que brotavam do meu peito. Me rasgava alma aquela antítese. Não sabia como existir, e como morrer ao mesmo tempo. Me findo em meu prando. Parte-me a alma. Mate-me tais lágrimas, que são féu, e que são mel. Findo ser, sendo findo, em prantos chorados.

Belo dia... bela noite...

Mais uma noite na frente do computador. Horas perdidas, em busca dos vídeos mais vistos, sites mais visitados. Um surf por páginas cheias de informação que não nos é util para nada. Me sento qui só para escrever, e provavelmente isto será mais uma coisa inútil dentre tantas que buscamos na internet. Sem grandes informações que poderão mudar sua vida, vou traçando meus textos, cheios de palavras, porém sem real sentido, pois hoje muito falo, mas nada digo. Sinto o vazio vagando por tantas letras, que se perdem na tela. Há muita beleza lá fora para se ver e por isto me pergunto: Porque estou aqui escrevendo nada enquanto a vida rola do lado de fora dessa internet? Não sei. Me parece confortável escrever, mesmo que ninguém leia. Mesmo que seja só para me libertar dos sentimentos que me enforcam pouco a pouco. Um ser efusivo e torturado por tantos acontecimentos. Estou aqui para me libertar. Falar aquilo que quero e o que me vêm à cabeça. Esse Chesse cake eh muito bomm, o melhor que já com...