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Mostrando postagens de fevereiro, 2013

O que sou?

Me dou a cada dia aos outros. Faço por outros o que outros por mim não fariam. E assim sou. Talvez pouco orgulhoso. Talvez de memória curta. Talvez por não acreditar na maldade. Talvez por ser quem sou. E o que faço sou eu. Me entrego mesmo em erros. Me entrego mesmo no medo. De certa forma para estar bem comigo. Muitas vezes temos que pensar que o que fazemos por outros não é o que os outros precisam. Nunca mate os sonhos, os seus muito menos os de outros. Ame como possa. Ame como queria. Mas ame. Mesmo em uma forma estranha de amar. Seja quem for. Lute por quem quer. Viva uma vida de verdade, e para a verdade. E que no momento que se parta, haja muito mais do que pesos. Que haja o amor. O carinho. sonhos realizados, mesmo que pequenos. Pois quando um dia tudo acabar restará o bom e não apenas o que não foi feito. E no fim estaremos juntos, todos. O que deixamos pra trás são apenas outros e só.

Toda essa dor do mundo

E quando dormir tudo vai ter passado. As dores do mundo se apagarão. E tudo estará mais sereno. A dor que causei não me causará mais dor. Um dia nos vemos e descobrimos que somos pequenos demais. Que o mundo nunca será nosso. Que não temos domínio sobre os outros. Um dia vai cair a ficha que independente de tudo estamos sós. Estamos presos apenas ao que somo e ao que devemos ser. Posso me sentir o dono do mundo mas isso com certeza não serei. E toda a minha força não será mais forte que a as forças que eu luto. Pois o mundo te prende com armadilhas que fazem de você um nada. Onde a individualidade socializada é normativa. Onde seus conceitos sempre serão mais fracos que os conceitos de outros. Outros que estão mais errados, fazendo coisas erradas e mais ainda impondo. Seja como for e seja a quem for. O mundo unido em nada. Unido na miséria de todos. Na busca por algo que nem se sabe o que é. Vivendo de mitologias antigas ou atuais. Contos de fada civil, trabalhista e cr...