Cortei as unhas, Fiz a barba. Me vesti de verdades, E fui à luta. Meu cabelo ainda bagunçado, Histórias do cotidiano. Eu não mais ao seu lado, Secando o meu pranto. Errei e me refiz. Mas não resta coragem. Partem rumo ao incerto. E eu incompleto, E sem minhas pequenas conquistas. Fico só, enquanto com minha vida, você fica
Lhe entendo! Há muito medo. Almas tristes vivem na solidão. A poesia cotidiana ao som de um fado rasgado. Sempre fui poeta de sofrimento. De ferida aberta, que é assim mantida. A palavra arredia é muito mais palavra. A dor é muito mais sentimento. Belo, profundo e poético. A palavra que escorre como lágrima. A dor que consome em cada página. O Belo é muito mais que belo, Se a canção é de dor. Se o tom é menor. Por ele tu deste a vida, E de ti resta palavra. Deixaste o Melhor presente, Um discípulo de Deus, Matheus.