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Mostrando postagens de 2013

Something

How you can move me, with a simple and shy smile... with that something in your eyes How you can make me feel complete Even when you are far away from my dream Show that can be possible  To move mountains with a simple hit Who can change the world, starting from mine the dream of a little childtrying to find the right road pero lo que pasa es mucho mas que esto.... s on las sonrisas que se sacan por la tarde y ponen a dormir por la noche. Y cuando todo se pierde, Se encontra en ti todo que hubiera perdido. Hay sueños y deseos Besos y cariños Pero todo en solo en un lugar En mi mente de niño

Verdades incompetas

E na oculta verdade, disfarçada em uma bela alegoria. Se esconde o sorriso.  Na oculta mentira, disfarçada com maestria  Se esconde o verdadeiro sorriso! // E no olhar mesmo que distante. No beijo mesmo que ardente. No carinnho ali se formando. Prestes a continuar!

E depois o que sobra?

E depois que se vai o que sobra? Depois que o beijo cessa. Depois que o olho seca. Depois que a mente cansa. Para onde tudo vai? Depois do travesseiro molhado. Depois de garrafas espalhadas. Depois de vidas engarrafadas. O que acontece? Nada, ou tudo?

O que sou?

Me dou a cada dia aos outros. Faço por outros o que outros por mim não fariam. E assim sou. Talvez pouco orgulhoso. Talvez de memória curta. Talvez por não acreditar na maldade. Talvez por ser quem sou. E o que faço sou eu. Me entrego mesmo em erros. Me entrego mesmo no medo. De certa forma para estar bem comigo. Muitas vezes temos que pensar que o que fazemos por outros não é o que os outros precisam. Nunca mate os sonhos, os seus muito menos os de outros. Ame como possa. Ame como queria. Mas ame. Mesmo em uma forma estranha de amar. Seja quem for. Lute por quem quer. Viva uma vida de verdade, e para a verdade. E que no momento que se parta, haja muito mais do que pesos. Que haja o amor. O carinho. sonhos realizados, mesmo que pequenos. Pois quando um dia tudo acabar restará o bom e não apenas o que não foi feito. E no fim estaremos juntos, todos. O que deixamos pra trás são apenas outros e só.

Toda essa dor do mundo

E quando dormir tudo vai ter passado. As dores do mundo se apagarão. E tudo estará mais sereno. A dor que causei não me causará mais dor. Um dia nos vemos e descobrimos que somos pequenos demais. Que o mundo nunca será nosso. Que não temos domínio sobre os outros. Um dia vai cair a ficha que independente de tudo estamos sós. Estamos presos apenas ao que somo e ao que devemos ser. Posso me sentir o dono do mundo mas isso com certeza não serei. E toda a minha força não será mais forte que a as forças que eu luto. Pois o mundo te prende com armadilhas que fazem de você um nada. Onde a individualidade socializada é normativa. Onde seus conceitos sempre serão mais fracos que os conceitos de outros. Outros que estão mais errados, fazendo coisas erradas e mais ainda impondo. Seja como for e seja a quem for. O mundo unido em nada. Unido na miséria de todos. Na busca por algo que nem se sabe o que é. Vivendo de mitologias antigas ou atuais. Contos de fada civil, trabalhista e cr...

Se você pudesse ver

Se você pudesse ver veria que estou com você. Que me lembro a todo momento. Que te busco a cada instante. A dor causada aos poucos se põe. Mas ainda resta a saudade doce e insistente. Meiga como só ela. Que chega e toma memórias. Refaz sentimentos e remonta momentos. Não tem vergonha do que faz com a nossa razão. Tira o sono e poe sonhos. Tira o medo e todas as barreiras. Mas ainda perdidos ficamos parados na imensidão de um campo com muitas trilhas mas sem saber qual seguir.

Este falso José

Um qualquer este José! Aquele que, sem querer, ninguém quer. Aquele sem voz e sem sonho. Sem medo e sem luz. Se pudesse gritar, José, Nada gritaria, nem mesmo voz tem. E sem sono dorme em vida. E vive no nada. Naquilo que nem mesmo é. Nos medos sem limite. Nos limites sem fim. Se pudesse morrer, Mas nem isso pode. Se torna algo de pena. E você não é nada José. Nunca vai ser. Não pretenda ser o que é! Pois nada é você. E nunca vai ser! Nunca!