E tu minas menina?
Tão moça que fascina.
De sonhos e de pó,
O destino de um só
feito eu, perdido em pensamento.
Daquele que inquieta no sangue,
e renova no peito, a fé e a simplicidade de antes.
E se entrega em modernidade,
Bem fundada em um passado de austeridade.
A força do café lavrado no vermelho desta terra,
E o queijo pastando na serra,
Erra caminho, pão de queijo, tropeiro.
E no quiabo, orapronobis,
o sangue, molho pardo.
Parda pele,
Seco palo.
E café, com a fé,
Que mora no peito.
Moradia de uma esperança sem jeito,
que insiste em ali viver.
Diamante dos olhos menina,
de serenatas ao luar, divina.
E das terras Tiradentes,
E do seu jeito envolvente.
Menina já idosa num corpinho renovado.
Daquela que arreda tudo pra lá,
Pra dar um cadinho de espaço,
Para o que é novo entrá.
Vai lá, capaz que se encanta.
Vive essa terra que dá de cumê,
E planta seu peito nessa inquietude,
De deixar regar o que tá bom,
e não se aquetar com o que lhe pede acude.
Nessas minas de dor e amor.
De sonhos e de fé.
Vive moça e se dá toda.
E é recatada como só ela é.
Tão moça que fascina.
De sonhos e de pó,
O destino de um só
feito eu, perdido em pensamento.
Daquele que inquieta no sangue,
e renova no peito, a fé e a simplicidade de antes.
E se entrega em modernidade,
Bem fundada em um passado de austeridade.
A força do café lavrado no vermelho desta terra,
E o queijo pastando na serra,
Erra caminho, pão de queijo, tropeiro.
E no quiabo, orapronobis,
o sangue, molho pardo.
Parda pele,
Seco palo.
E café, com a fé,
Que mora no peito.
Moradia de uma esperança sem jeito,
que insiste em ali viver.
Diamante dos olhos menina,
de serenatas ao luar, divina.
E das terras Tiradentes,
E do seu jeito envolvente.
Menina já idosa num corpinho renovado.
Daquela que arreda tudo pra lá,
Pra dar um cadinho de espaço,
Para o que é novo entrá.
Vai lá, capaz que se encanta.
Vive essa terra que dá de cumê,
E planta seu peito nessa inquietude,
De deixar regar o que tá bom,
e não se aquetar com o que lhe pede acude.
Nessas minas de dor e amor.
De sonhos e de fé.
Vive moça e se dá toda.
E é recatada como só ela é.
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