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Algo

Que me mate aos poucos.
Esta dor gostosa que sentimos no nada.
Me mata...


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Calma

Teu sorriso me acalmou, Me mostrou de novo o que é ter paz interior. Contagiou minha vida. E de repente era novamente, Apenas uma pessoa feliz.  

Maria Cecília

Lhe entendo! Há muito medo. Almas tristes vivem na solidão. A poesia cotidiana ao som de um fado rasgado. Sempre fui poeta de sofrimento. De ferida aberta, que é assim mantida. A palavra arredia é muito mais palavra.  A dor é muito mais sentimento. Belo, profundo e poético. A palavra que escorre como lágrima. A dor que consome em cada página. O Belo é muito mais que belo, Se a canção é de dor. Se o tom é menor. Por ele tu deste a vida, E de ti resta palavra. Deixaste o Melhor presente, Um discípulo de Deus, Matheus.