Um qualquer este José!
Aquele que, sem querer, ninguém quer.
Aquele sem voz e sem sonho.
Sem medo e sem luz.
Se pudesse gritar, José,
Nada gritaria, nem mesmo voz tem.
E sem sono dorme em vida.
E vive no nada.
Naquilo que nem mesmo é.
Nos medos sem limite.
Nos limites sem fim.
Se pudesse morrer,
Mas nem isso pode.
Se torna algo de pena.
E você não é nada José.
Nunca vai ser.
Não pretenda ser o que é!
Pois nada é você.
E nunca vai ser! Nunca!
Aquele que, sem querer, ninguém quer.
Aquele sem voz e sem sonho.
Sem medo e sem luz.
Se pudesse gritar, José,
Nada gritaria, nem mesmo voz tem.
E sem sono dorme em vida.
E vive no nada.
Naquilo que nem mesmo é.
Nos medos sem limite.
Nos limites sem fim.
Se pudesse morrer,
Mas nem isso pode.
Se torna algo de pena.
E você não é nada José.
Nunca vai ser.
Não pretenda ser o que é!
Pois nada é você.
E nunca vai ser! Nunca!
Comentários