É estranho que estar longe de onde me sinto bem me faz pensar em muitas coisas. E muitas vezes o medo que se tem, ou a força não se pode justificar. E no momento do pranto ou da vitória sempre na cabeça fica - o que me trouxe até aqui?
E neste inevitável momento. Inebriante e incoerente. Me passo a pensar.
Reavaliar uma vida. Um sonho. Todo o caminho que te leva a um rumo sem destino. E no medo vemos a força. E no escuro aprendemos a ouvir. E na luz aprendemos a enxergar, mesmo no escuro da alma que se compôs - ou decompôs - ao longo dos anos.
E ficam pra trás as crianças. Morte honrosa e devastadora. E se perde um pouco o brilho nos olhos. Mas o adulto surge. Responsabilidades, medo, carro, relógio, pegar roupas na lavanderia. Droga... e se vai !
Vai embora o homem que ali mesmo nasce. Vai pra algo que nem sabe. Pra alguém que nem quer.
E quando se frustra culpa o mundo. Mata em si os erros. Se afoga em um copo de leite quente - Pare com isso - Vodka!!!
E quando o desejo vem se mortifica. E apenas o mata como qualquer outra coisa. E apenas o faz extinguir. Luta contra si mesmo, e contra o que deveria ser. Luta contra a vida e contra o que deveria viver.
E quando partem as pessoas, se sente só. O abandonado da classe, jogado no chão, com medo e sem opção. E se julga o melhor, vê nos outros o que ele mesmo é. E no abandono vive sua vida de HOMEM.
E quando se mata não vê.
E no momento do medo. No momento de fuga se vê jogado no chão. Em rios de angústia e falta de opção.
Raízes fracas não fazem árvores fortes. Árvores fracas não servem pra livro. Se mata o homem, arrancando a raiz. Deixando-o sem terra. Sem chão.
E quando de repente tudo se alumia. O medo que há não antes havia.
E um momento apenas. Breve que o seja. O homem se vê no leite, no pranto, na classe.
Descobre em si apenas um alguém, que não sabe de onde veio.
Tudo que o fez chegar ali. Todo esforço. TUDO.
E deita em colo de mãe. Lê contos de fadas.
E vê que o falta o deslumbre de criança.
A curiosidade. A vida.
A inocência de não ter medo de tentar.
De não poder errar acaba cometendo o maior erro. Matando em si o que mesmo nem é.
Expectativas. Sonhos. Buscas.
E neste breve momento é feliz.
Da sua ignorância.
Da sua responsabilidade.
Mate-a?
E neste inevitável momento. Inebriante e incoerente. Me passo a pensar.
Reavaliar uma vida. Um sonho. Todo o caminho que te leva a um rumo sem destino. E no medo vemos a força. E no escuro aprendemos a ouvir. E na luz aprendemos a enxergar, mesmo no escuro da alma que se compôs - ou decompôs - ao longo dos anos.
E ficam pra trás as crianças. Morte honrosa e devastadora. E se perde um pouco o brilho nos olhos. Mas o adulto surge. Responsabilidades, medo, carro, relógio, pegar roupas na lavanderia. Droga... e se vai !
Vai embora o homem que ali mesmo nasce. Vai pra algo que nem sabe. Pra alguém que nem quer.
E quando se frustra culpa o mundo. Mata em si os erros. Se afoga em um copo de leite quente - Pare com isso - Vodka!!!
E quando o desejo vem se mortifica. E apenas o mata como qualquer outra coisa. E apenas o faz extinguir. Luta contra si mesmo, e contra o que deveria ser. Luta contra a vida e contra o que deveria viver.
E quando partem as pessoas, se sente só. O abandonado da classe, jogado no chão, com medo e sem opção. E se julga o melhor, vê nos outros o que ele mesmo é. E no abandono vive sua vida de HOMEM.
E quando se mata não vê.
E no momento do medo. No momento de fuga se vê jogado no chão. Em rios de angústia e falta de opção.
Raízes fracas não fazem árvores fortes. Árvores fracas não servem pra livro. Se mata o homem, arrancando a raiz. Deixando-o sem terra. Sem chão.
E quando de repente tudo se alumia. O medo que há não antes havia.
E um momento apenas. Breve que o seja. O homem se vê no leite, no pranto, na classe.
Descobre em si apenas um alguém, que não sabe de onde veio.
Tudo que o fez chegar ali. Todo esforço. TUDO.
E deita em colo de mãe. Lê contos de fadas.
E vê que o falta o deslumbre de criança.
A curiosidade. A vida.
A inocência de não ter medo de tentar.
De não poder errar acaba cometendo o maior erro. Matando em si o que mesmo nem é.
Expectativas. Sonhos. Buscas.
E neste breve momento é feliz.
Da sua ignorância.
Da sua responsabilidade.
Mate-a?
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