Pular para o conteúdo principal

Poesia de amor

Quando me deito em leito de palavras, resta em meu peito um vale de lágrimas. E quando a noite vem uma saudade que fica. Um momento de falta antes de cada dormida.

E enquanto o sono não vem me descanso em ti. Na falta da sua presen]a presente em mim. E sei que na mesma noite nossas mentes juntas, juntan todo o futuro. Amarram a distância e fazem o s~eu se restringir apenas a um fator temporal, que em breve não existirá.

E quando em algum momento o medo me pega, me descanso em ti. Recupero minhas forças e me boto em pé de novo paa poder seguir. E a cada momento menos tempo de saudades.

E a cada minuto um minuto a menos, que separa uma cruel realidade de uma vida de verdade.

Sigo rumo à você. Sigo rumo a nós.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Calma

Teu sorriso me acalmou, Me mostrou de novo o que é ter paz interior. Contagiou minha vida. E de repente era novamente, Apenas uma pessoa feliz.  

Maria Cecília

Lhe entendo! Há muito medo. Almas tristes vivem na solidão. A poesia cotidiana ao som de um fado rasgado. Sempre fui poeta de sofrimento. De ferida aberta, que é assim mantida. A palavra arredia é muito mais palavra.  A dor é muito mais sentimento. Belo, profundo e poético. A palavra que escorre como lágrima. A dor que consome em cada página. O Belo é muito mais que belo, Se a canção é de dor. Se o tom é menor. Por ele tu deste a vida, E de ti resta palavra. Deixaste o Melhor presente, Um discípulo de Deus, Matheus.