Quando em teus beijos me molho,
Sinto o ardor do meu corpo.
Queimo-me em tuas palavras,
Ditas no silencio de um piscar.
Queimo-me em tua boca,
Que me mata de torpor.
Minhas unhas, tua pele,
Se juntam e te rasgam de desejo
Me joga, em tabuleiro de xadrez.
E me faz seu servo.
Mata-me aos poucos.
Não resisto! Me entrego aos seus desejos.
Seus beijos.
Sua tez ardente,
Roseada de dentes e unhas.
Canto uma canção sem melodia.
Ritmada por nossos corações.
Diaparados pulam do peito.
Vão à boca.
Se encontram em nossas linguas.
E saem juntos de mão dadas em um urro de prazer.
Sinto o ardor do meu corpo.
Queimo-me em tuas palavras,
Ditas no silencio de um piscar.
Queimo-me em tua boca,
Que me mata de torpor.
Minhas unhas, tua pele,
Se juntam e te rasgam de desejo
Um beijo….O sangue ferve, tal como vulcão pronto para explodir.
Me joga, em tabuleiro de xadrez.
E me faz seu servo.
Mata-me aos poucos.
Não resisto! Me entrego aos seus desejos.
Seus beijos.
Sua tez ardente,
Roseada de dentes e unhas.
Canto uma canção sem melodia.
Ritmada por nossos corações.
Diaparados pulam do peito.
Vão à boca.
Se encontram em nossas linguas.
E saem juntos de mão dadas em um urro de prazer.
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